Quem é
Anderson Clayton?

Clayton (como prefere ser chamado) estudou Ciências da Computação na USP e formou-se em Análise de Sistemas de Informação no IBTA-SP. Em seguida cursou o MBA em Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação. Atualmente está dedicando-se à certificação de Project Manager Professional (PMP-PMI). Atuou durante 5 anos na área de sistemas de CRM (Customer Relationship Management) e no momento está ligado a projetos relacionados ao mercado financeiro (Asset Management). A partir de 2001 adotou como antídoto para o stress cotidiano o mergulho autônomo e, apenas por hobby, formou-se instrutor de mergulho recreacional em 2004. Sua modalidade de mergulho preferida é o mergulho em cavernas, sendo certificado como Cave Diver pela NSS-CDS, Full Cave diver pela NACD e Technical Cave Diver pela IANTD.
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Reformar é MAIS QUE preciso - Reforma Tributária

Apresento neste post minha opinião sobre a necessidade da reforma tributária urgente. Este texto, assim como todos os outros da séria ”Reformar é MAIS QUE preciso”, foi originalmente escrito por mim e publicado em um trabalho que apresentei em meu MBA em abril/2007. 

“Reforma tributária

A carga tributária do Brasil asfixia os investimentos privados no país e conseqüentemente seu crescimento. A despeito da enorme arrecadação, a capacidade do governo de utilizar este dinheiro para investir em infra-estrutura, saúde, educação e outras importantes áreas é muito pequena. Infelizmente no Brasil arrecada-se muito, mas utiliza-se este dinheiro de forma totalmente ineficiente.

A legislação sobre o tema é tão extensa que propicia o crescimento do mercado de direito tributário, no qual muitos advogados especializam-se em aproveitar as brechas dessa mesma legislação a favor de seus clientes.

Para solucionar este problema o governo federal precisa se entender principalmente com os governos estaduais de forma que seja possível e viável diminuir não só o número de tributos como suas absurdas alíquotas para gerar uma proposta séria e concreta de reforma tributária. A parte difícil deste processo é justamente convencer os governadores a abrir mão de parte de suas receitas atuais já que em muitos casos os próprios governos estaduais já estão em condições zero de investimento. É sem dúvida uma das reformas mais difíceis de serem implementadas, porém uma das que poderiam trazer resultados significativos em prazo mais curto.”

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